17 setembro 2016

Trabalho voluntário. O que é? Como? Onde? Quando?

Tive a ideia de criar esse post porque tenho visto muita gente com dúvidas sobre o que é um trabalho voluntario, como fazer, quando fazer e onde fazer. Então para que possamos esclarecer um pouquinho essas dúvidas, aqui vão algumas informações simples e rápidas.


O que é? : Fazer trabalho voluntario nada mais é do que dedicar algumas horas do seu dia, semana, mês ou até mesmo ano para trabalhar em algum lugar sem remuneração. Mas eu não estou falando de trabalhar para um empresa que gera lucros e vai apenas se aproveitar da sua força de trabalho. Estou falando de trabalhar para ONG e para instituições de Caridade que realizam trabalhos sociais. Esse tipo de lugar sempre precisa de pessoas para ajudar em coisas simples como brincar com crianças, ajudar na cozinha, contar histórias para idosos entra outras atividades que você pode escolher de acordo com a necessidade do local. 

Como fazer: Como eu já disse a cima, você escolhe como fazer o trabalho voluntário de acordo com as suas habilidades e com o que o lugar precisa. Você pode fazer algumas pesquisas rápidas e simples para saber melhor como as atividades de cada lugar são desempenhadas. 

Onde fazer: Vou deixar aqui o link do centro de voluntariado de São Paulo e do site Setor 3, nesses sites você pode encontrar diversas vagas de trabalho voluntario e tirar outras duvidas que possam vir a surgir. Você escolhe o lugar e entra em contato para ver se eles possuem vagas e do que precisam, é muito difícil um local que não esteja precisando de algum tipo de ajuda. 

13 agosto 2016

Programação Autores Nacionais, Bienal do livro 2016 SP

EI TURMA, tudo bem com vocês? Espero que sim. Enfim, chegamos aquela época do ano pela qual todos nós leitores, escritores, blogueiros e apaixonados por livros esperamos.
Finalmente, BIENAL DO LIVRO 2016.

Que acontece:

 26 DE AGOSTO A 
4 DE SETEMBRO | 2016
Segunda à Sexta: 9h às 22h Sábado e Domingo: 10h às 22h 
Dia 04/09 das 10h às 21h
Pavilhão do AnhembiSão Paulo - SP









Hoje, eu vou compartilhar com vocês, uma pequena lista, com alguns escritores que vão estar autografando na Bienal, e um pouco da programação, e eu quero muito dar um abraços em cada um deles, e espero que vocês possam ir prestigia-los também e ajudar a divulgar o trabalho de cada um deles.




Tammy Luciano
26 DE Agosto estande da editora Qualis 27 DE Agosto estande da livraria Leitura, a partir das 14h. 28 DE Agosto Auditório 1 Autografando pela editora Rocco.




Maurício Gomyde





27 e 28 DE AGOSTO e  3 e 4 DE SETEMBRO estande da editora Intrínseca.







02 agosto 2016

Resenha: Alice no país do Amor

Alice no País do Amor

Sinopse: Alice é uma advogada beirando os trinta anos, que mora em Curitiba e sonha com o verdadeiro amor. O problema é que ela é apaixonada – desde menina – por Max (atual namorado de sua melhor amiga, Helen), nutrindo, por ele, uma paixão platônica.
Esse sentimento se reacende na época da faculdade quando o reencontra como professor do curso de Direito. Alice resolve não revelar que fora sua vizinha quando criança e inicia um flerte com Max, mas a história toma outro rumo quando ele conhece Helen e eles começam a namorar.
Sofrendo com essa paixão não correspondida, Alice conta sempre com o apoio de Alan, seu amigo e confidente, mas vê evaporarem suas últimas esperanças ao saber que Max pediu Helen em casamento. Abalada com a notícia, com a autoestima “no pé” e tentando “dar a volta por cima”, Alice decide ousar, com um vestido pra lá de provocante, justamente na festa de aniversário à fantasia de Helen (em que quase todos estão vestidos como as personagens de Alice no País das Maravilhas) e então desperta — novamente — o interesse de Max, que tenta seduzi-la.
Será que Alice conquistará o homem dos seus sonhos?


Ano: 2015 / Páginas: 228
Autora: Lucilla Guedes
Idioma: português 
Editora: Chiado Editora
Cortesia da editora. 

Resenha: Alice, é uma jovem advogada, apaixonada por escrever e loucamente apaixonada por seu ex- professor da faculdade e namorado de sua melhor amiga. Paixão essa que ela nutre desde a infância. Mas ele nem imagina que sua ex-aluna é aquela menininha que se refugiava no seu quarto quando era pequena.
A única pessoa que sabe dessa paixão que lhe despedaça a alma e lhe enche de dúvidas é seu melhor amigo e confidente Alan. Ele é a pessoa que seca todas as lagrimas, a faz sorrir e com quem ela passa grande parte do tempo. Alan, é tudo aquilo que Alice espera de um homem, mas ela é apaixonada por outro.

Até aqui, já é possível perceber o clichê que é essa história. Alice se encontra nos braços de um, encontra o amor onde menos espera, mas o passado insiste em confundir sua cabeça.
A história em si pode até ser um tanto previsível por ser aquilo sobre o qual a maioria dos autores de romances costumam escrever, um amor impossível e o encontro de um grande amor onde menos esperamos.
O que torna essa história cativante e me faz querer recomendar a leitura para outras pessoas é a escrita da autora. Ela escreve de forma leve e tranquila, durante todo o livro temos reflexões dos personagens sobre a vida e a exposição aberta dos sentimentos e pensamentos da personagem Alice.
Durante todo o texto a autora escreve de forma poética, dando característica a personalidade de escritora da jovem Alice.

       " Felicidade é um bicho que nos injeta seu doce veneno de tempos em tempos e depois voa, jurando voltar, deixando na boca, um gostinho de "quero mais". Surge de onde menos se espera, quando menos se espera."


24 julho 2016

Deixe o caminho aberto.

Antes do escrito de hoje, quero lhes deixar apenas um recado: Quando eu posto aqui no blog textos falando sobre sentimentos, vidas, contos e crônicas, eles são de minha autoria. Deixo avisado, pois nos últimos dias algumas pessoas têm questionado quem realmente escrevo, então ASSINADO : Séfora Silva.


Escrito:
Você já teve a sensação de que algo que é seu esteja tentando escapas? Então, talvez isso não seja realmente seu. Quantas vezes na vida já não ficamos tentando manter algo que a muito tempo se acabou? Quantas vezes na vida, nos recusamos a aceitar o fim de um relacionamento ou de uma amizade apenas por estarmos acostumados a ter aquilo? 
Hoje, escrevo este texto porque estou passando por um momento no qual algumas amizades estão se afastando. De inicio eu pensei que talvez fosse algum problema comigo, procurei um culpado, procurei motivos e de tanto procurar, cheguei a conclusão, de que, algumas pessoas vão embora simplesmente por precisarem ir. Algumas pessoas precisam ir embora, não porque gostam pouco ou gostam muito, mas porque a vida tem um plano para cada um e ela precisa seguir o seu rumo. 
Não adianta tentar prender aquilo que está destinado a voar, quem ou o que estiver destinado a ficar, vai ficar, pelo tempo que precisar ou puder ficar.
Certo dia, conheci a história de uma moça que tinha um passarinho dentro de casa, ela o amava tanto, que de tempos em tempos cortava suas asas para que ele não fugisse. Esse pássaro passou anos na família, muito anos no qual essa família o amou, deu carinho e tudo o que eles achavam que ele precisava. Até que um dia, a janela ficou um pouco aberta e de alguma forma, o pássaro voo. O pássaro voo porque foi para aquilo que ele nasceu, esse foi apenas a vida, tomando o rumo que precisa ser tomado. 
Vou lhe dizer algo, quando você estiver com um pássaro entre as mãos e começar a sentir ele se debatendo, abra as mãos, se ele voar vai doer mas você vai conseguir superar, e vai guardar no seu coração tudo o que fez os momentos com aquele pássaro valer a pena, mas se ele não voar, você pode continuar aproveitando o tempo que tem com ele.
E vou lhe contar algo mais, eu sei como isso dói. Deixar algo que amamos partir, as vezes pode ser mais doloroso do que imaginamos. Quando começamos a sentir a ausência de alguém, chega a faltar o ar, o peito aperta, é como se um grande vazio estivesse no nosso coração. Mas, ultimamente, tenho aprendido que amar também é libertar, amar também é deixar partir e partir não significa que não foi importante, as vezes a partida é necessária para  que possamos saber o quanto amamos e o quanto fomos felizes. 
Sempre que uma partida acontece, eu repito para o meu EU interior, que aquilo pode estar me abrindo possibilidades, que aquilo pode ser o fim de uma faze feliz para se iniciar uma outra ainda mais feliz.
Não queira que ninguém fique na sua vida apenas por obrigação, não queira acorrentar uma alma.
Deixe o caminho sempre aberto tanto para chegadas, quanto para partidas. 



ASSINADO: Séfora Silva.